Um blog que fala de poesia na sua essência, que tenta mostrar as belezas existentes na forma da escrita aqui você vai ver poesia livre, moderna, haikais,tankas, poetrix, acrósticos, trovas,sonetos e até mesmo contos, tudo feito pelo POETA Altair José dos Santos. espero que gostem! quando entrarem deixem uma mensagem, se sentirem o desejo começem a seguir meu blog, ficarei muito grato.
Eis que surge o poeta...
O haicai se inspira nas coisas belas do mundo
quarta-feira, 5 de junho de 2013
A paixão é um ácido
Deixei pingar em meu peito
E corroeu meu coração
Sofri calado, deitado em meu leito
Onde lagrimas tocavam o chão
Xarope não resolve o meu caso
Inevitável, o remédio tem que ser um amor
Resta-me agora juntar os cacos deste velho vaso...
Recomeçar... Ignorando a dor
Insisto que, meu pecado foi aquele beijo
Balsâmico não! E sim um veneno
Onde a loucura se fez desejo
Nas curvas de um corpo moreno
Uma pergunta eu faço agora
Como reescrever minha historia?
Lembrei que quando um amor vai embora
Em outro você alcança vitoria!
Imagino então outro caminho, que seja repleto de flores!
Com certeza se eu der carinho
Obterei inesquecíveis amores...
terça-feira, 4 de junho de 2013
Te perdi
que reluzia mais que a própria espada
lançaste meu coração
que sangraste vagarosamente
um sangue rubro porém inocente
me fez sofrer feito um cão!
a terra se tornou um papel toalha
sugando o líquido vermelho, e a palha...
disfarçava aquele chão
assim como este sumiu no solo
vi seu amor esfriar-se nos polos
transformando-se em paixão
algo que pensei ser infinito
o sentimento mais bonito
tanto quanto o perdão
mas por trapaça do destino
como pernas de um menino
te levou... e de companhia me deixou a solidão!
Visualizando
As patas do cavalo selvagem que caminha pelas planícies do deserto,
encontram um pó marron que sai das pedras, encalacrando em suas ranhuras.
impressões digitais que ficam quando este alcança a areia branca da praia
fazendo saber que por ali passaram velozes alazões...
suas crinas ao vento configura a mais perfeita liberdade da criatura
e como companhia o silêncio das noites frias, e os sussurros da natureza!
diante de tamanha beleza, sua gratidão se expressa apenas em viver...
seus hábitos são desde os primórdios da sua espécie, que não cessa
vivem sem pressa, sem pressões,
e ao poeta trás inspirações.
encontram um pó marron que sai das pedras, encalacrando em suas ranhuras.
impressões digitais que ficam quando este alcança a areia branca da praia
fazendo saber que por ali passaram velozes alazões...
suas crinas ao vento configura a mais perfeita liberdade da criatura
e como companhia o silêncio das noites frias, e os sussurros da natureza!
diante de tamanha beleza, sua gratidão se expressa apenas em viver...
seus hábitos são desde os primórdios da sua espécie, que não cessa
vivem sem pressa, sem pressões,
e ao poeta trás inspirações.
NUM OLHAR
Nada como olhar de manhãzinha para o horizonte,
e contemplar as nuvens brincando de esconde esconde
por de tras dos montes...
onde a relva recebeu de presente da noite
um suor chamado sereno, e como um aceno...
reflete nas pontas um pingo a desprender-se
ver os primeiros raios de sol tocam o chão
e aquele fundo de vale virar imensidão...
nos olhos do lebre que salta contente!
de repente surge uma ponte colorida
entre dois rios como avenidas
apenas um arco-íris que da o ar da graça!
e contemplar as nuvens brincando de esconde esconde
por de tras dos montes...
onde a relva recebeu de presente da noite
um suor chamado sereno, e como um aceno...
reflete nas pontas um pingo a desprender-se
ver os primeiros raios de sol tocam o chão
e aquele fundo de vale virar imensidão...
nos olhos do lebre que salta contente!
de repente surge uma ponte colorida
entre dois rios como avenidas
apenas um arco-íris que da o ar da graça!
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Uma nova chance
Para tentar traduzir o que eu sinto
Procurei dar cor a emoções tão pálidas
Que nos prendiam a um labirinto
Se minhas ações outrora esquálidas
Hoje eu te amo, acredite não minto!
Sua persistência em caricias tão cálidas
Fez restaurar um sentimento extinto...
Vi sempre o amor como um grande mito
Soltava fogos, ria e dava gritos...
Amar novamente, eu, nunca mais!
Sua insistência me pegou de jeito
E sua ternura invadiu meu peito
Perder-te novamente, não, jamais!
Procurei dar cor a emoções tão pálidas
Que nos prendiam a um labirinto
Se minhas ações outrora esquálidas
Hoje eu te amo, acredite não minto!
Sua persistência em caricias tão cálidas
Fez restaurar um sentimento extinto...
Vi sempre o amor como um grande mito
Soltava fogos, ria e dava gritos...
Amar novamente, eu, nunca mais!
Sua insistência me pegou de jeito
E sua ternura invadiu meu peito
Perder-te novamente, não, jamais!
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